Destaque CCJ

10º PRÊMIO CINECLUBE JACAREÍ - CORVO DE GESSO 2017



FINAL DAS INSCRIÇÕES: 20 DE JULHO DE 2017

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O projeto Cineclube Jacareí existe desde 2007. Com cinco anos de existência, tem uma missão nesta cidade. O dever de repartir com as pessoas o desejo de ver, informar-se e aprender sobre filmes e o cinema.

O inovador projeto Cineclube Jacareí atinge esse ano mais de cento e oitenta sessões do "Cinema de 5ª". Mostrando filmes independentes de cineastas locais e do Brasil. Preparou e entregou mais de cinqüenta estatuetas nas edições do anual "Prêmio Corvo de Gesso". Além de ter produzido centenas de filmes através da "Corvo Produções".

O projeto Cineclube Jacareí é pioneiro na região do Vale do Paraíba. Único grupo de trabalho que realiza a tríplice função no movimento audiovisual: produzir, exibir e premiar os filmes amadores, independentes e feitos em casa. Continuaremos a desfrutar dessa arte.



21 de nov de 2008

Semana José Maria de Abreu


Chamado pelos amigos de O Rei da Valsa, o paulista de Jacareí José Maria de Abreu foi um compositor eclético. Fez também foxes, sambas em diversos estilos, música carnavalesca e boleros. Quem o iniciou no mundo da música foi o pai, o maestro Juvenal Roberto de Abreu, que lhe ensinou noções de violão, piano, trompete e violino. Aos seis anos, mudou-se com a família para a capital paulista e em 1921 para Itapetininga (SP). Em 1926 trabalhou na orquestra do Cine Íris, de Itapetininga, tocando trompete, violino e piano. Em 27, atuou como maestro no Teatro Boa Vista (SP), onde passou a viver a partir do ano seguinte, trabalhando como pianista nas casas Sotero e Di Franco. Nesse mesmo ano Francisco Alves gravou uma de suas primeiras músicas, a valsa "Recordando" (com Salvador de Moraes). Na época da Revolução de 1932, compôs o hino "Vencer ou Morrer" (com Ari Kerner). No ano seguinte, ganhou o primeiro lugar no concurso de músicas juninas com "Promessa" (outra com Ari Kerner), gravada a seguir por Gastão Formenti. Entre 33 e 38, atou como pianista na Rádio Mayrink Veiga e, em 34, escreveu a opereta "Sonho Azul", com libreto de Ciro Ribeiro e Raul Sena. Ainda nesse ano, tornou-se parceiro de Francisco Mattoso, com quem escreveu uma série de clássicos românticos dos anos 30, como a valsa "Boa Noite, Amor" (que virou prefixo do cantor Francisco Alves), além da canção "Cancioneiro", do samba-canção "Fui Feliz" (ambas de 36) e das valsas "Horas Iguais" (37) e "Ao Ouvir Essa Canção Hás de Pensar em Mim" (40). Abreu compôs com Mattoso também canções carnavalescas, como a marcha "Pegando Fogo" (resgatada ao sucesso por Gal Costa, em 1982). Em 1942, conheceu Jair Amorim, com quem compôs durante dez anos diversos sucessos de feição harmônica mais modernista, como "Um Cantinho e Você" (48), "Ponto Final" (49) e "Alguém como Tu" (52), todas, clássicos do repertório de Dick Farney. Nos anos 50, Marlene fez sucesso com "E Tome Polca" (com Luiz Peixoto), regravada nos anos 70 por Maria Alcina. Suas músicas foram gravadas também por Carlos Galhardo, Elizeth Cardoso, Angela Maria, Cauby Peixoto, Emílio Santiago, entre outros.


"Biografia - Romeu de Barros" - Dir. Adriano Pinheiro - Documentário - BRA - 2008.
Sinópse: Carnaval... música... bailes... Memórias (contada por ele mesmo) de uma das mais importantes personalidades culturais da cidade de Jacareí.

Parte 1



Parte 2