Destaque CCJ

10º PRÊMIO CINECLUBE JACAREÍ - CORVO DE GESSO 2017



FINAL DAS INSCRIÇÕES: 20 DE JULHO DE 2017

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O projeto Cineclube Jacareí existe desde 2007. Com cinco anos de existência, tem uma missão nesta cidade. O dever de repartir com as pessoas o desejo de ver, informar-se e aprender sobre filmes e o cinema.

O inovador projeto Cineclube Jacareí atinge esse ano mais de cento e oitenta sessões do "Cinema de 5ª". Mostrando filmes independentes de cineastas locais e do Brasil. Preparou e entregou mais de cinqüenta estatuetas nas edições do anual "Prêmio Corvo de Gesso". Além de ter produzido centenas de filmes através da "Corvo Produções".

O projeto Cineclube Jacareí é pioneiro na região do Vale do Paraíba. Único grupo de trabalho que realiza a tríplice função no movimento audiovisual: produzir, exibir e premiar os filmes amadores, independentes e feitos em casa. Continuaremos a desfrutar dessa arte.



6 de set de 2008

Uso Atual

Hoje, o termo Filme B passou a ser usado para se referir a qualquer filme comercial de baixo orçamento, com atores pouco conhecidos ou em decadência. Esses filmes podem ser malfeitos em muitos casos, mas ainda assim se distinguem dos chamados Filmes Z, por serem produzidos profissionalmente e pela sua viabilidade comercial. Fãs de filmes B afirmam que orçamentos mais limitados e menor ingerência dos estúdios podem ajudar a gerar uma energia não encontrada em superproduções. Isso foi verdade especialmente nos anos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial. Enquanto filmes caros, como O Maior Espetáculo da Terra (The Greatest Show on Earth, 1952, Paramount) e A Volta ao Mundo em Oitenta Dias (Around the World in Eighty Days, 1956, United Artists) eram convencionais e sem criatividade, filmes B como O Monstro do Ártico (The Thing From Another World, 1951) e Veio do Espaço (It Came From Outer Space, 1953) possuiam energia e originalidade. Muitos filmes B, especialmente nas áreas de ficção científica e horror, ainda são muito populares.

Uma das produtoras clássicas de filmes B era a americana American Internation Pictures (AIP), fundada em 1956 por James H. Nicholson e Samuel Z. Arkoff. Entre os filmes da produtora estavam os trabalhos de Roger Corman, Vincent Price, Herman Cohen e os primeiros dos então desconhecidos Francis Ford Coppola, Martin Scorcese, Robert De Niro e Jack Nicholson. Na década de 1970, produtoras como a Independent-International Pictures, Film Ventures International, Charles Band Productions, Cannon Films, New Line Cinema, Golan-Globus, entre outras, partiram para a criação de uma nova geração de filmes B.

A maior parte dessas companhias foi incapaz de sobreviver aos anos 1980, já que até mesmo um filme a princípio modesto, com imagem de baixa qualidade, acabaria por consumir milhões de dólares, tendo em vista as expectativas do público quanto aos efeitos especiais, trilhas sonoras, bitolas etc.

Roger Corman

Roger Corman é conhecido como o "Rei dos Bs", apesar do título ser tecnicamente impreciso. Na página 36 de seu livro How I Made 100 Movies in Hollywood and Never Lost a Dime (Como Eu Fiz 100 Filmes em Hollywood sem Perder um Tostão), ele fala sobre sua reputação de fazer filmes B, e diz: "no meu modo de pensar, eu nunca fiz um filme B na minha vida". Ele prossegue dizendo que filmes B foram um fenômeno só no iníco da década de 1950. De acordo com Corman, "Os Bs morreram quando eu comecei a dirigir". Roger Corman descreve seus filmes como "filmes de exploração de baixo orçamento".